15 5 / 2013
Um equivoco muito comum entre os leigos é associar a liberdade econômica a algum tipo de favorecimento aos ricos. Ledo engano. O capitalismo sem as amarras governamentais - ou seja, impostos extorsivos, burocracia, regulamentações e a corrupção, consequência certa e direta dos três primeiros itens - privilegia as massas, que vota todos os dias com seus recursos financeiros quem será o fornecedor de bens e serviços que irá atendê-lo. Um bom exemplo disso são as feiras livres: dezenas de fornecedores lutando pela preferência dos consumidores, independente de sua classe, origem, raça, orientação sexual e profissão. Democracia pura, ao vivo, ativa e que ocorre todos os dias.
Entretanto, não existe livre comércio onde alguns privilegiados utilizam o governo para seus fins. Dado que o governo nada cria, tudo o que ele lhe dá foi adquirido coercivamente de terceiros (na esmagadora maioria dos casos, contra a vontade de seus legítimos proprietários), uma medida que gera apenas ressentimento destes pagadores de impostos.
O governo, socialistas, fascistas, estatistas e outros engenheiros sociais gostam de criar pobres. Nós não gostamos.
“Proteger os pobres do acesso ao capitalismo é a mesma coisa que proteger um computador do acesso à internet.” - Diogo Costa
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Via Capitalismo Para Os Pobres
15 5 / 2013
Página do livro didático “Nova História Crítica”, de Mario Schmidt, distribuído na rede pública. Ensino crítico ou propaganda ideológica?





